12/02/2010
O Preço da Liberdade

O tal Decreto dos Direitos Humanos e a Comissão da Verdade assinado pelo senhor Presidente, sem ler, que também dizem passou pela chefe da Casa Civil sem que tenha lido,  traz  em seu bojo o  ideário da esquerda revolucionária. Não podemos esquecer que a turba que assalta o poder é profissional, já assaltavam antes e como diz o ditado: “o lobo perde o pelo, mas não perde o faro”. Esses lobos e lobas, por baixo dos ternos bem cortados, dos cabelos aprumados a poder de muito “gumex”, e dos vestidos de grife, continuam os mesmos. Os ideais totalitários que defendiam décadas passadas continuam presentes. Dão à impressão que tudo mudou, falam muito em democracia, mas sempre desconfie dos que falam muito, a democracia deles é outra, assim como a verdade.
Derrotados na luta armada, que ao contrário do propalado não buscava a redenção democrática, mas sim a implantação de outra forma de opressão, de cunho maoista, trotskista ou castrista, buscaram se apossar de temas e organizações de grande apelo e simpatia popular, onde a verdade pode ser manipulada pela ideologia, propiciando a volta a cena política e a conquista do poder, para novamente, agora pela via política implantar  ideologia totalitária não alcançada outrora pela via armada.
Os temas do meio ambiente, indigenista, fundiário, dos desamparados, e dos direitos humanos, foram tomados pela militância outrora abrigada nas organizações revolucionárias e usando a disseminação de falácias transformam os mocinhos em bandidos e os bandidos em mocinhos. Esses movimentos transformaram-se em células a nortear as decisões nacionais. Para tanto usam do achincalhamento da atividade política, das instituições, mostrando-as débeis e falhas a serem substituídas por “conselhos comunitários” (soviets).
Pretendem  revogar leis, instituir  novo ordenamento jurídico, onde a justiça cede lugar a tribunais populares. A ordem econômica se transfigura, a Lei de nada valem ante as deliberações dos comitês. (soviets).
Essa patranha urdida pelo sr. Vanucchi e chuleada por diversos integrantes da cúpula traz o gosto de sangue de que ainda se ressentem.
Não tenhamos falsas ilusões o muro de Berlim, caiu lá; aqui  sua reconstrução, é feita a  socapa, tijolo a tijolo de forma que ninguém se aperceba da obra, somente quando pronto todos se darão conta que o outro lado tornou-se inacessível. A ceva vai dando resultados, os catetos já dóceis estão vindo comer,  a cada tempo faz-se um lance de cerca, para que não alvorocem, e em breve bastará fechar o cerco. Lembro sempre de um amigo que dizia que o melhor jeito de consumir com um salame sem que os convivas se dêem conta, é cortando uma fina fatia por vez. Este também é o melhor método de acabar com a democracia .  É preciso estar atento,  pois como alertava Churchill: O preço da liberdade é a eterna vigilância 

 

powered by anydesign.net